Domingo, 29 de Maio de 2016

Conversas sérias enquanto se joga no facebook

Começo a ficar preocupada com esta minha "habilidade" de estar a jogar jogos no facebook e a ter, simultaneamente, conversas sérias com os meus amigos. Para já, ainda não meti nenhuma argolada, tipo dar um conselho errado ou uma resposta errada a uma pergunta que me foi feita. O pior é quando me ligam para o telemóvel e ouve-se como som de fundo "delicious", "divine" e coisas do género. Minha gente, não é por mal. É só um libertador de stress. Eu continuo vossa amiga. Espero que continuem meus amigos também.


publicado por Cris às 16:10
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2016

Vida não

Já não me chega dizer que estou em dia não. Perante as evidências, resta-me concluir que estou em vida não. Ah, eu sei que me vão dizer que há pessoas em pior situação do que eu, que eu tenho muita sorte e coisas do género que, racionalmente, até são verdade. Mas a razão não me está a conseguir explicar estes imbróglios que me aparecem, de quando em vez, e que não consigo resolver. Não depende só de mim. Ou será que depende? Vá, levem-me de volta para a zona das almas e façam um refresh, que este programa veio com defeito...

 

 

 


publicado por Cris às 14:32
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Sábado, 14 de Maio de 2016

O cavalheirismo destes dias

Quando temos um momento em que simplesmente temos que estar parados, o nosso poder de observação agudiza-se. Ora, tendo-me encontrado num desses instantes sui generis, e estando num local onde paravam carros com frequência (pessoas saíam de e/ou entravam em automóveis), constatei que os homens que iam buscar as suas companheiras, fossem de que grau fossem, comportavam-se da seguinte forma:

- não iam abrir a porta à pessoa (algo compreensível, uma vez que há que ser célere);

- não abriam um sorriso naquelas bocas (será do stress?);

- não cumprimentavam (nada de beijos, abraços ou testas juntinhas);

- atiravam com as carteiras das companheiras para o banco de trás (não todos, evidentemente, porque ainda há mulheres zelosas das suas carteiras);

- e, por último, aquilo que me fez uma espécie do catano, não davam tempo a que a donzela que entrava no carro pusesse o cinto de segurança.

Posto isto, cheguei à conclusão que o cavalheirismo já não existe e que há casais que gostam de ter perigo nas suas relações.Digam-me lá se estas conclusões não estão certas? ;P

Desafio-vos a tirar mais ilações destas observações!

 


publicado por Cris às 17:39
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