«Há pessoas que vêm a este mundo para serem amadas. Outras para amarem.
Muitas, para passarem despercebidas, maltratadas, ignoradas, na presença de um amor sempre ausente.
Umas sentem a felicidade, outras vivem na tristeza; umas sentem prazer pela vida, outras desprezam essa dádiva e partem.
Não há indiferentes, inertes e indolores.
Mas há os que cá vieram para serem odiados. Por serem maus ou simplesmente por ignorarem os sentimentos alheios, como se fossem o que de mais importante emergiu à superfície da terra. Para gerarem o caos e nos deitarem por terra. Tu és um desses. E nada fará mudar a tua natureza. E não há justiça terrena capaz de te fazer pagar pelos fios rasgados nas entranhas de quem anulaste. As palavras que me jogaste com incertezas, magoam-me com uma profundidade certeira, que me atingiu por volta do coração. Nunca voltarei atrás. Se estou viva, é porque ainda não morri. O que sinto por ti é simplesmente ódio. Não o nego. Que tenhas uma vida tão má como aquela que me deste, isto se houver algum laivo de justiça neste mundo.»
in Voltas?, Teresa Klut, arca das letras editora, 2006, pp.46-47
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